Visão geral

O que o PONext faz, que problema resolve e para que tipo de provedor foi construído.

O problema

Num provedor que opera rede PON própria, quase toda operação passa por uma sessão de terminal na OLT. Autorizar uma ONU é um comando. Descobrir por que um assinante está sem sinal é outro. Saber se a queda é de um cliente ou de uma porta inteira exige comparar saídas na mão, quando exige.

O efeito prático é conhecido: a rede só conta que caiu quando o assinante liga. O técnico chega ao poste sem saber se o problema é a fibra, o conector ou o equipamento na casa. E o conhecimento de como diagnosticar fica com as duas ou três pessoas que sabem os comandos de cor.

O que o PONext faz

O PONext lê a planta óptica continuamente e transforma o que lê em estado, evento e ação:

  • Estado — que ONUs estão online, com que sinal, em que porta, em que CTO.
  • Evento — cada queda registrada com início, fim e o sinal antes e depois.
  • Massiva — quedas concomitantes agrupadas automaticamente, com o escopo provável já identificado.
  • Ação — autorizar, reprovisionar e configurar sem abrir terminal.

O alcance vai além da fibra: o módulo de CPE fala TR-069 com o equipamento dentro da casa do assinante, o que põe configuração e diagnóstico do lado do cliente na mesma plataforma que cuida da rede.

Para quem

Provedores que operam rede PON própria e já sentiram o limite da planilha e do terminal. Não há requisito de porte mínimo, mas o ganho aparece mais cedo em operações que já têm mais de uma OLT ou mais de um técnico de campo.

Por onde continuar

  • Conceitos alinha o vocabulário usado no resto da documentação.
  • Topologia mostra como a planta é representada.
  • Eventos e massivas mostra como quedas concomitantes viram um caso só, com escopo e dono.
  • CPE e TR-069 cobre o equipamento dentro da casa do assinante.
  • Arquitetura explica como a plataforma é montada por dentro.

Atualizado em 06 de setembro de 2026